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O Escola


O Escolar, também denominada O Filho do Carteiro ou ainda Gamin au Képi, é uma pintura a óleo sobre tela deVincent van Gogh, usualmente datada de 1888.[1] O modelo do retrato é muito provavelmente Camille Roulin, filho do carteiro Joseph Roulin, fiel amigo do pintor durante sua atormentada passagem por Arles, quando sucumbiu à sua primeira crise mental.[2]
Van Gogh pintou ao todo 22 retratos de membros da família Roulin, uma típica representanta das famílias da classe operária francesa da segunda metade do século XIX.[3] Toda a série de retratos demonstra a influência dos estudos de van Gogh acerca da estampa japonesa e a consolidação de sua estética expressionista.[1]
No retrato de Camille nota-se a tendência um tanto brutal na aplicação das amplas superfícies de cores puras, a firmeza das linhas de contorno e o contraste de tons quentes e frios. Encontra-se conservada no Museu de Arte de São Paulo desde 1952[2], sendo considerada uma das mais valiosas obras da coleção.[4]

Caveira com Cigarro Aceso




Caveira com Cigarro Aceso é uma pintura a óleo sobre tela de Vincent van Gogh. Supõe-se que tenha sido finalizada entre os anos de 1885 e 1886 [1].






A casa amarela



Uma das pinturas noturnas de Van Gogh, retrata uma das casas em que o pintor morou, na Place Lamartine, em Arles, França, cuja cor amarela da fachada foi escolhida pelo próprio pintor. [1]
Um dos cômodos da casa foi retratado em uma de suas mais conhecidas pinturas: Quarto em Arles.

Campo de Trigo com Corvos


campo de Trigo com Corvos é uma obra do pintor holandês Vincent van Gogh concluída em julho de 1890, nas últimas semanas de vida de van Gogh.[1]
Muitos acreditam que esta foi a última obra de Van Gogh, ou até mesmo que ele se matou durante a sua pintura. Entretanto, não há nenhuma evidência que comprove esta idéia, e o autor ainda apresenta diversos trabalhos após este. No entanto, nenhum dos trabalhos futuros teria a mesma força e qualidade desta obra, que portanto muitas vezes é considerada como seu testamento pictural.[2]
Críticos e historiadores de arte analisam a obra como uma representação do estado de espírito de van Gogh na ocasião. Um céu ameaçador e escuro, os três caminhos no campo, sendo o central um beco sem saída e os dois outros de final ou percurso desconhecidos e oscorvos, símbolos de maus presságios ou mesmo de morte. De fato, van Gogh se suicidaapós concluir esta tela.

Autor retrato com a Orelha Enfaixada ou Autor retrato com a Orelha Cortada

Autor retrato com a Orelha Enfaixada ou Autor retrato com a Orelha Cortada é uma obra tracejada de Vincent Van Gogh, que retrata parte de sua loucura e genialidade.
Em 23 de Dezembro de 1888, véspera de Natal, após uma discussão com Gauguin, Vincent cortou um pedaço do lóbulo da sua orelha esquerda e fez dois autor retratos (olhando pelo espelho, e aí tem-se a impressão de ter sido a orelha direita).[2] Depois, embrulhou o pedaço da orelha em um lenço e o levou para uma prostituta de Arles [3]- com a qual ele mantinha relações - com um bilhete que dizia: "Guarde com cuidado".[2]
Após sair do hospital, em 6 de Janeiro de 1889, o pintor concebeu este autor retrato. Ao fundo, à direita, pode-se enxergar um quadro com japonesas à frente do Monte Fugi e a parte superior de um cavalete com uma tela em branco à esquerda. A inscrição que acompanha a obra no museu em que está exposto, o Instituto Courtauld de Arte, diz que a justa posição de imagens pode sugerir sua perda de poder criativo e artístico. Supõe ainda que Van Gogh tenha recebido influência da pintura japonesa, por ostentar uma obra daquele país em sua casa e retratá-la em um quadro seu.
Van Gogh pintou trinta e cinco autor retratos entre os anos 1886 e 1889.[4]

Autorretrato com Chapéu de Palha

"Autorretrato com Chapéu de Palha" (en: "Self portrait with Felt Hat") é um óleo sobre tela, pintado por Vincent van Gogh em 1888.
Van Gogh pintou esta tela no inverno europeu de 1887-1888, quando viveu em Paris por dois anos. Ao chegar a Paris, em 1886, o impressionismo era uma corrente já ultrapassada, Manet já havia morrido e neo-impressionistas como Georges Seurat, despontavam. [1]
Van Gogh dedicou-se ao estudo da técnica pontilhista (criada por Seurat), mas adaptando-a ao seu próprio estilo de pintura. Com pinceladas em várias direções, van Gogh criou um autorretrato que parece formar um halo em torno de sua cabeça. Esta nova dinâmica na pintura é uma das marcas que van Gogh.[2]

A Italiana

A Italiana é uma pintura a óleo de Vincent van Gogh, de 1887.[1]
O quadro foi pintado em homenagem à sua amiga Agostina Segatori, antiga modelo e proprietária do Café du Tambourin, no boulevard de Clichy, com a qual Van Gogh teve um relacionamento meses antes de pintar o quadro.[1]
O quadro está no Museu de Orsay, na França.

A Vinha Encarnada

A Vinha Encarnada (neerlandês: Die Rooi Wingerd) é um quadro do pintor neerlandês Vincent van Gogh, concluído no início de novembro de 1888. Esta foi a única peça vendida pelo artista em vida.

O quadro foi adquirido em bruxelas por 400 Francos, por Anne Boch. Van Gogh fica sabendo do negócio por intermédio de seu irmão e mecenas Theo, em fevereiro de 1890. [1]

A Igreja de Auvers

A Igreja de Auvers é uma obra do pintor holandês Vincent van Gogh concluida em 5 de junho de 1890.
Depois que van Gogh deixa o hospital de Saint-Rémy-de-Provence em 16 de maio de 1890, abandona o sul da França e dirige-se ao norte. Faz uma visita ao irmão Theo van Gogh em París e depois ruma a Auvers-sur-Oise, a conselho de seu amigo Camille Pissarro, a fim de tratar-se com o médico e pintor amador Paul Gachet. Em Auvers van Gogh passou as suas últimas dez semanas de vida e onde produziu intensamente.[1]

A Cadeira de Van Gogh com Cachimbo

A Cadeira de Van Gogh com Cachimbo é uma obra de 1888 do pintor holandês Vincent van Gogh. A cadeira de Van Gogh foi pintada em contraponto à obra A cadeira de Gauguin. Através desta Van Gogh tenta exprimir as diferenças de personalidade e sociais entre ele e Gauguin. Ao contrário da cadeira de Gauguin, a de Van Gogh é uma cadeira simples, sem braços, onde se apoiam seu companheiro inseparável o cachimbo junto ao saquinho de tabaco, o revestimento do piso também é mais simples, lajotas, e iluminação diurna, enquanto a de Gauguin, está sobre um tapete e iluminada por velas.[1]